Silêncio

por causa do novo romance de Rui Nunes, barro, o ípsilon entrevistou o escritor. vale sempre a pena ouvir esta voz. às tantas diz-nos que uma palavra repetida perde o sentido, chega a uma altura em que é unicamente um som. tal como um país repetido vai perdendo todo o sentido. a viagem é exactamente o contrário, a viagem é a pátria, a grande pátria. porque é na viagem que eu ganho coesão, não é na paragem; na paragem, eu perco. a vida devia ser um durante com muito poucas paragens.

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