Myra

Estou a terminar de ler Myra, de Maria Velho da Costa.Ainda não sai do livro.Continuo a seguir as vozes e os pensamentos de Myra. Neste momento, está a visionar o filme Saló, de Pasolini.Mas a reacção vai ser muito má, que a leva conhecer finalmente o piso superior da Casa Branca.Uma canção francesa a marcar o passo.

Bresson e Bergman, Godard, Tarkowski e Pasolini, não todos, não de uma vez.Deixava-a repetir,ponderar, antes de ir para a cama, que o mundo era vasto e o sublime não tinha nação. Deleitava-se com as contradições da garota, que vira vezes sem conta A Imperatriz Jang Kwei Fei, de Mizoguchi, mas não mais do que se ferrava, pela noite dentro, nas doçuras enigmáticas de Fanny e Alexander, ou nos desenhos não menos enigmáticos, de Myasaki, A Viagem de Chihirico, O Castelo Andante. (pp 133 e 134).

3 thoughts on “Myra

  1. Saudade de ti amiga querida
    E de nos perdermos pelo mundo sem borda ou fronteira passando de Salò a Persona.

    Saudades de ti amiga querida
    Mauro

  2. ana, não diria que é melhor que irene ou o contrato social. a meu ver, myra é um dos mais importantes romances escritos em portugal na última decada. e acho que não estou a ser justa com todos os outros romances de autores portugueses escritos por cá.

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