Histórias


Depois de ter lido Homem na Escuridão, de Paul Auster, fico com a sensação que o escritor deixou o seu livro na escuridão. As ideias estão lá, mas são somente pontos de fuga que o escritor não pega.Histórias que têm a mesma funcionalidade do ponto morto de um carro.

Auster às tantas deambula (cinco páginas) pela Viagem a Tóquio , de Ozu. O seu livro também poderia ter terminado deste modo :
O estridente apito do comboio ressoa nos nossos ouvidos, um ruído penetrante e cruel. A vida é decepcionante, não é?
Eu quero que tu sejas feliz.
Então,abruptamente, a cena acaba.

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