Duras

@Lídia Aparício, Paris, Outubro, 2008.

Entre um colégio só para raparigas e um alfarrabista (à saint benoît des prés) que pede por uma carta de Albert Camus, do dia 10 de Dezembro, de 1959, dois mil e quatrocentos euros, fica o número 5, onde viveu Marguerite Duras. Ao pé da porta de entrada vê-se um graffiti, o seu corpo e uma frase. Quando estive lá, imaginei como seria a casa por dentro, em especial como seria agora o quarto, onde vi uma vez a sua máquina de escrever, num documentário muito antigo. Ela de costas para uma janela, para a rua, e a folha branca da máquina de escrever à frente. Imaginei se ela chegaria muitas vezes com livros à casa, ou deixaria a janela aberta ,para a rua, a ouvir Tino Rossi, que ela adorava, como esta música.

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