Do meu sangue

 Porto, Outubro, 2007.

Por instantes, fotografei o momento que vinha. Agora estás num cais, que não tem chão. Relógio que continua a bater no pulso. Perguntam-te que horas são, somente levantas o pulso e logo o baixas. Por um instante,o tempo é uma palavra que tem carne,osso e sangue, como se fosse um feixe de luz.Por outro instante, tudo pode ficar escuro, num quarto branco, com gabinetes ao lado, a cheirar números, nomes, e meros papéis.Tristeza e raiva de ser assim.

2 thoughts on “Do meu sangue

  1. – uma coisa eu sei ,vim aqui parar mas não pretendo “invadir” o seu espaço com comentários :que no mínimo seriam desilegantes da minha parte se tivessem o intuito de divulgar um qualquer espaço da minha autoria,e/ou fazer novas “cumplicidades” .

    Formulo assim votos que continue a descobrir imagens e palavras em (diáspora) por este nosso mundo e que cristalizam um certo modo de estar e de ser ;e que primam por um bom-gosto e cuidado a toda a prova :take care

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