A escuridão

 

Acabei de ouvir o novo álbum de P.J Harvey , White Chalk e, na verdade, não acabei, porque a voz da Harvey continua a ecoar na minha cabeça. Polly entra numa casa de escuridão, com sombras tristes. Para mim, é o álbum mais triste do seu caminho. Simples e puro, sofisticado e inquietante, bonito e doloroso, delicado e absorvente, genial e genial. Tenho já duas músicas que estão em contínuo loop : White Chalk e The Piano. (É possível ouvir aqui algumas faixas). É tão bom sentir que Polly não repete fórmulas, deita sempre novas cartas, e volta a baralhar os sons. 

Dear darkness, dear darkness, won’t you cover, cover me – again?. 

“Teach me MUMMY/How to GROW!”.  (P.J. Harvey cantando ao vivo num programa francês).

The mind is alive/Conscious of nothing but the will to survive. 

Dorset’s cliffs lead to the sea/Where I walked our unborn child in me.

Please don’t reproach me for how empty my life has become.

Though you never wanted me/Anyway.

Daddy’s in the corner, rattling his keys. Mummy’s in the doorway trying to leave.

Nobody’s listening – Oh God, I miss you, oh GOD, I MISS you.

Farewell my friends, farewell my dear ones.

In my own heart every tree is broken. The first tree will not blossom, the second will not grow, the third is almost fallen since you betrayed me so.

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