The End

Barcelona é uma cidade ideal para andar à pé. Às tantas, numa esquina que expande para tantos sítios, conheci uma loja que só vendia globos e mapas. É uma cidade ideal para não ter mapa ao seu alcance. Para conhecê-la, só mesmo sem mapa. É extensa. Se Barcelona fosse um fruto (do carismático mercado Boquería ou da força arquitectónica do mercado de Santa Catarina) seria uma melancia. Ganhei lá muitos sentidos de errância. Confundia-me sempre o sentido Praça Catalunya e marina ao pé do Colombo. Para mim, era sempre  “para o mar” o  caminho certo. E foi assim, na recta final, que disse “vamos por aqui”, “vamos atravessar esta rua”.  Assim do nada fomos ter a um lindíssimo parque de pinheiros e logo o mediterrâneo ao fundo. Estávamos na praia de Bogatell. Não podia acabar melhor a viagem, a não ser no azul calmo do Mediterrâneo, por acaso. Um oásis no meio de tanta electricidade naturalmente colorida, antes do apagão e depois do concerto da P.j.Harvey, em Barcelona.

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