Em Barcelona XI

Se a minha memória não estiver enganada, foi no museu da história da cidade da cidade, que vi no pátio, entre um fonte e bancos, duas laranjeiras e uma delas com a particularidade de ter uma teia de aranha. 

Fiquei parva com a “monstruosidade” do museu nacional de arte de Catalunya, salas a perderem de vista, seguindo um rumo de mil anos de arte. Às tantas já não sabia por onde me virar, se para o românico ou se para o moderno. Depois de tanta arte, “lavei” os olhos com o espelho de pedras de Mies Van Der Rohe.

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