Em Barcelona VII

Na segunda-feira expandíamos os nossos caminhos pela L’Eixample, acompanhados sempre por um sol intenso, nem uma sombra alugada estava disponível. No Passeig de Gràcia, como outros passeos da cidade, ladeado por uma fila para ciclistas. Nesse passeo os candeeiros já eram os primeiros elementos que nos apareciam na rota da beleza. Subíamos o passeo, até determos primeiro na “ilha da discórdia”, constituída pela Casa Lléo Morera, Casa Amatler e a Casa Batlló, mais conhecida por La Pedrera. Todas elas nos apresentam vários estilos e contrastes. Daí também a discórdia. La Pedrera foi o último trabalho (ridicularizado na altura da sua criação) de Antoni Gaudí, antes da sua Sagrada Família. Trabalho para o industrial Josep Batlló. A sua fachada com os seus ondulados orgânicos é estupenda. Uma visita ao telhado é fundamental, para além das chaminés, dos respidouros esculpidos que podem assustar um bocado (daí terem o nome de espantabruixes), a vista é maravilhosa. Essas mesmas chaminés estão mais próximas do onírico do que outra coisa qualquer. Indispensável também é visitar o terraço, o espaço de Gaudí e o quarto-andar onde se pode ver uma réplica de um apartamento entre os anos 1909 e 1929.

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