relógio d´água

Ontem quando cheguei ao palácio de cristal, prestes a ser um projecto de  “pavilhao atlântico” do norte com uma super sala para excelentes exibiçoes cinematográficas (a segunda parte está num cenário cinzento a fugir do rosa), faltavam sete minutos para a abertura da única entrada da feira do livro. Na 77a ediçao seria a minha segunda ida, em dois dias, sendo a responsável de tal errância certeira a conhecida relógio d’água. Meu espanto quando vejo vários ninhos de pessoas à porta. Mais espanto quando calculei a passagem de 16 minutos e a fila ainda continuva a ser um ramo comprido a flutar devagar. Entrando lá, passados 20 minutos, tal novidade para um feira de livro da minha parte, lembro-me que os autográfos ainda estao presentes com os seus autores. Vejo o programa e penso que nao pode ser bem por causa disso. Depois de uma observaçao aleatória pelas pessoas que aguardavam, comecei a ver frases dentro de livros à espera, cada rosto uma período a pautar um ritmo de escrita. Os livros podem mudar o destino das pessoas e as pessoas podem mudar o destino dos livros. Sempre há mistérios a desvendar. Este último deu-se às quatro da tarde e nao levava óculos à star wars. (Recebo todos os dias a newsletter da feira do livro à 01h01).

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