Minnie and Moskowitz

Em Minnie and Moskowitz, não encontramos tipos, não encontramos o “Clark Gable” e o “Humphery Bogart” só mesmo no escuro de uma sala de cinema.As suas personagens são demasiadamente humanas. Essa tónica é mais carregada nas expressões de rosto que querem fugir para a realidade. É impressionante como Cassavetes consegue captar a surpresa, o espanto, o amor no rosto das personagens que filma. Há uma montagem a colar a uma torrente emocional, não há uma ordem racional a tomar os seus planos. O amor é o mote, sempre, acompanhado pelo seu próprio ritmo, muito lento ou em cascata. É difícil não gostar deste casal, ombreado pelo o humor e tocado pelo o desespero. Há muitas cenas que gostaria de salientar. Uma dessas cenas é passada num bar, logo no início, Seymour fala com um vagabundo poeta… (Quem viu e gostou de Buffalo 66 de Vicente Gallo, só pode gostar de  Minnie and Moskowitz).

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