novamente

Não sei se parto, se regresso, se volto, se retorno, se viro a esquina e se volto novamente. Bem,Paul Auster fez-me entrar na noite oráculo através de uma porta fechada, ou uma porta ficou mesmo fechada, no miolo, de tantas outras portas abertas, entre cadernos (utiliza uma vez a palavra caderno na versão original) azuis portugueses e acasos, notas de rodapés a fazer muito chão ao primeiro plano, ou simplesmente as suas bonecas matruskas que ele tanto gosta de vestir ao seu gosto. Na sua noite de oráculo elas estão vestidas de azul.

27 Grace estudara na Rhode Island School of Design e , no penúltimo ano do curso, participara num programa que previa que os estudos decorressem em Paris. Trause escrevera-lhe uma carta em que falava de van Velde, com quem se cruzara uma ou duas vezes nos anos 50 e que, segundo ele, era conhecido como o artista preferido de Beckett. (Trause incluíra na sua carta de Beckett com Georges Duthuit sobre van Velde. O que penso é que van Velde é (…) o primeiro a admitir que ser um artista é falhar, falhar como mais ninguém ousa falhar, que o fracasso é o seu mundo (…)).

Paul Auster, A Noite do Oráculo, pág 152, nota de rodapé 27.

Muito curiosa para ver ‘The Inner Life of Martin Frost’ . Em breve, estará aqui.

Nota : foi também um acaso que me levou a  esta notícia de Washington Post. 

Chegou ao mercado espanhol em fevereiro, depois de um mês ter sido lançado nos Estados Unidos, Travels in the Scriptorium, o mais recente.

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