depois da noite, ouço o pasavento

Depois de fechar o caderno azul de Auster, volto ao Enrique Vila-Matas, ao seu  Doutor Pasavento. Agora dou-me conta que fiz mal em não ter lido entre a noite o pasavento. Não sei se Pasavento também poderia desaparecer num quarto sem maçaneta para a realidade de fora, vou começar agora o passeio:

Passeávamos pela chamada alameda do fim do mundo, um melancólico trilho junto do castelo de Montaigne, quando me perguntaram:
– Donde vem essa tua paixão por desapareceres?

Enrique Vila-Matas, Doutor Pasavento, página início.

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