Como o cinema era belo

 

Há dias um amigo ofereceu-me o belíssimo catálogo de Fundação Calouste Gulbenkian, Como o Cinema era Belo, por João Bénard da Costa. Percentagemente bem explicado as escolhas dos seus filmes. Mizoguchi não está duplicamente. São várias as histórias que conta, com ou sem Langlois pelo meio, vários são os caminhos. Como começa, como Robert Bresson disse: “É preciso esculpir a ideia num rosto, através de luz e de sombra”, ou ainda :”O cinematógrafo é a arte de não mostra nada. É coisa de luz e de sombra. É preciso mais sombra.” [Cahiers du Cinéma,nº 140, Fevereiro de 1963]. (A minha paixão pelo cinema cresce a olhos vistos).

Imagem: fotograma: The Searchers.

2 thoughts on “Como o cinema era belo

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s