de Sophia Mello Breyner Andresen, de João César Monteiro, 1969 (à memória de Dreyer).

Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar

Sophia de Mello Breyner Andresen

3 thoughts on “

  1. a poesia da Sophia em imagens, solar e aquática – nao há duvidas! as grutas com os reflexos da água, um mediterrâneo no Algarve)…

  2. olá cidadão comum, por que razão não visitaria o teu blogue? já estive lá a ler os teus posts.

    andrém, o filme do César Monteiro tem imagens lindíssimas da Sophia, essas de que falas, mas mais do que ver a Sophia e os seus gestos, ouvir a sua voz a dizer os seus poemas. A meu ver, César Monteiro ficou muito aquém. Também ele próprio diz que a poesia não é filmável…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s