mais filmes para mais caminhos de casa

(c)Regina Schmeken, „Posen – Positionen“ .

Com a saída do romance Numa noite escura sai da minha casa silenciosa, de Peter Handke era bom que fosse o início do caminho para novas edições do autor. E, muito em especial, de uma colectânea de textos sobre cinema, literatura e artes plásticas, de que fala Simone de Mello aqui.

Que grandiosos os caminhos de volta depois deste ou daquele filme, que caminhos maravilhosos. Não há nada neste mundo comparável a estes trajetos depois do cinema, depois da Viagem a Tóquio, de Ozu, de Andrei Rubliov, de Tarkovski, de Mouchette (A Virgem Possuída), de Bresson ou de Nazarin, de Buñuel. Caminhos de casa onde estar em casa era justamente caminhar, longe e mais longe. Portanto, um salmo do espectador aos deuses do cinema: mais filmes para mais caminhos de casa.

(desisti de entender por que razão muito dos títulos dos filmes estrangeiros são estupidamente traduzidos e inventados).

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