Fragmentos de uma cidade

 

 São Paulo, via satélite.

Aviso aos incautos: este livro é um labirinto. E um tour de force. E um jogo de espelhos. E um caleidoscópio partido. E um trompe l’oeil. Pode entrar-se nele no início, a meio ou no fim. É indiferente. O resultado será sempre o mesmo porque deste inferno não há saída. O romance imita a cidade: é megalómano, triturador, ávido, gargantuesco. É um buraco negro que devora a paisagem, cada vez mais depressa. Um palimpsesto interminável.

José Mário Silva, no Suplemento 6.ª, do Diário de Notícias, ontem.

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