De passagem

Maio 5, 2008

Lídia Aparício, Cascais, Maio, 2008.

Um momento inesperado, quando um ciclista passa, antes de um peão.

Lídia Aparício, Cascais, Maio, 2008.

Os barcos estão aportados, os carrinhos estão presos e as caixas dos gelados estão pelo chão. Tazo ou pure energy?


Em movimento

Maio 5, 2008

Lídia Aparício, Cascais, Maio, 2008.


Imóvel móvel

Maio 5, 2008

Lídia Aparício, Cascais, Maio, 2008.

Com O Espírito Nómada, de Kenneth White, na bolsa. Errar duas vezes.


Pré-selecção do real

Maio 5, 2008

Lídia Aparício , Cascais, Maio, 2008.


Enivrez-Vous

Maio 5, 2008

Lídia Aparício, Cascais, Maio, 2008.

Continua a ser uma das garrafeiras mais bonitas que já vi. As suas paredes são coloridas e com frases, que também poderiam ser ditas numa embriaguez poética. Os versos de Enivrez-Vous, de Baudelaire, não ficavam nada mal nessas paredes.


Único

Abril 23, 2008

Lídia Aparício, Nick Cave no Coliseu do Porto, Abril 2008.

Depois de algumas tentativas, consegui fotografar o suor no rosto de Nick Cave. Não estava fácil. Entre a fantástica Tupelo e a linda balada Straight to You , à espreita de um gesto, de uma expressão.


O melhor fim

Abril 21, 2008

Lídia Aparíco, Abril 2008, Porto.


De passagem

Abril 21, 2008

Lídia Aparício, Abril 2008, Porto.


Sem efeitos

Março 11, 2008

Fotos de Lídia Aparício, Março 2008, Porto.


De passagem

Março 11, 2008

Fotos de Lídia Aparício, Março 2008, Porto


De passagem

Março 3, 2008

Fotos de Lídia Aparício. Março 2008, Coimbra.


Ar puro

Fevereiro 22, 2008

Fotos de Lídia Aparício.Tarde de Fevereiro (2008), no Parque Biológio de V.N.Gaia.


De passagem

Fevereiro 11, 2008

Porto, Foz, Fevereiro, 2008.


ainda

Janeiro 28, 2008

Porto, Janeiro 2008.


ainda

Janeiro 28, 2008


Porto, Janeiro 2008.


Cidade suspensa,

Novembro 19, 2007

Lisboa, Novembro, 2007. Antes de chegar a rua de S.Paulo.

Lisboa,Novembro,2007. Todas as vias até ao Tejo.


O reverso dos dias

Novembro 19, 2007

Lisboa, Novembro, 2007.


De passagem

Novembro 9, 2007

6 de Novembro 2007, por volta das quatro da tarde, de passagem.


Novembro 4, 2007

Em novembro, na terra dos meus avôs maternos.2007.


Do meu sangue

Outubro 24, 2007

 Porto, Outubro, 2007.

Por instantes, fotografei o momento que vinha. Agora estás num cais, que não tem chão. Relógio que continua a bater no pulso. Perguntam-te que horas são, somente levantas o pulso e logo o baixas. Por um instante,o tempo é uma palavra que tem carne,osso e sangue, como se fosse um feixe de luz.Por outro instante, tudo pode ficar escuro, num quarto branco, com gabinetes ao lado, a cheirar números, nomes, e meros papéis.Tristeza e raiva de ser assim.