Descentralizar a tela

Para além da “preservação e exibição”, também gostaria que estivesse na visão da Cinemateca de Lisboa a descentralização. Será assim tão difícil ceder cópias de cópias de filmes para que estas sejam exibidas noutras salas? Sim, já não falo dos originais. Será assim tão difícil? Serralves (que tem um pequeno Sabor de Cinema (em Abril, teremos Victor Erice e o Espírito da Colmeia)) não terá meios para ter um ciclo de vez em quando? O que seriam oito filmes num mês, já falo em sessões de sábado e domingo? Quando chegará o tempo em que a Cinemateca será portuguesa e não só de um espaço populacional? Não será tempo de tirar a lanterna do baú? (Não me canso).

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