Como o cinema era belo
Há dias um amigo ofereceu-me o belíssimo catálogo de Fundação Calouste Gulbenkian, Como o Cinema era Belo, por João Bénard da Costa. Percentagemente bem explicado as escolhas dos seus filmes. Mizoguchi não está duplicamente. São várias as histórias que conta, com ou sem Langlois pelo meio, vários são os caminhos. Como começa, como Robert Bresson disse: “É preciso esculpir a ideia num rosto, através de luz e de sombra”, ou ainda :”O cinematógrafo é a arte de não mostra nada. É coisa de luz e de sombra. É preciso mais sombra.” [Cahiers du Cinéma,nº 140, Fevereiro de 1963]. (A minha paixão pelo cinema cresce a olhos vistos).
Imagem: fotograma: The Searchers.
Janeiro 22, 2007 às 4:26 pm
mas o tempo verbal, o passado, irrita-me. o cinema é belo ainda
Janeiro 23, 2007 às 7:25 pm
é verdade ,o cinema é ainda belo .daqui a nada, dou exemplo e tudo.