Visto de perto é a melancolia.
Assim todas as manhãs a de hoje e a seguinte.
Visto de perto não é barco é melancolia.
João Miguel Fernandes Jorge, “À beira do mar de Junho”.
Esta entrada foi publicada em
Junho 8, 2006 às 11:53 pm e está arquivado em Poemas. Pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através de RSS 2.0 feed.
Você pode deixe uma resposta, ou trackback do seu próprio site.